acorde campanha doações
A Associação de Capacitação, Orientação e Desenvolvimento do Excepcional (Acorde) iniciou neste mês de junho uma campanha para promover e angariar fundos em prol da entidade.

Intitulada como “Nós precisamos de mais amigos!”, esta campanha busca ampliar e manter a qualidade dos atendimentos oferecidos pela Acorde aos alunos.

Fundada em 1988, a instituição atende 62 alunos com deficiência intelectual, Síndrome de Down e Transtorno do Espectro Autista (TEA), na faixa etária entre 3 a 68 anos. Dentre os atendimentos oferecidos estão fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia, alfabetização, aulas de dança e artes, entre outros. Tudo isso oferecido de forma gratuita.


A Central de Doações da Acorde busca recursos para atender as necessidades da entidade, bem como a divulgação do trabalho desenvolvido - convidando a comunidade a participar de projetos de melhoria nos atendimentos.

Apesar de a entidade estar há 30 anos atendendo crianças, jovens e adultos de São Carlos, muitas pessoas ainda não sabem ao certo a dimensão do trabalho realizado e nem imaginam o quanto a Acorde melhora a vida de pessoas com deficiência intelectual.

Ao receber a ligação da Acorde, diga “sim” e contribua! Participe desta campanha! Com isso, torna-se possível o desenvolvimento dos atendidos para que tenham uma vida melhor!

A Acorde fica na Rua Victorio Bonucci, 1385, no Jardim Tangará. Central de doações: (16) 3501-1988 - Secretaria: (16) 3372-2548.

Uma campanha da Associação de Capacitação, Orientação e Desenvolvimento do Excepcional (Acorde)

Fonte: São Carlos Agora (http://www.saocarlosagora.com.br/cidade/acorde-lanca-campanha-para-doacoes/103472/)

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dsc 0719Nem mesmo a dificuldade de locomoção impediu Claudia Tereza Lavandoski, de 38 anos, de ir até a Rede Feminina de Combate ao Câncer, em São Carlos (SP), realizar o sonho de fazer o bem. Ela decidiu doar mais de 40 centímetros de cabelo para a confecção de perucas para pessoas com câncer em tratamento com quimioterapia.

A entrega de duas mechas grandes - uma ela guardava há anos e a outra foi cortada recentemente - comoveu quem presenciou a entrega, feita nesta semana, e o exemplo iniciou uma onda de solidariedade .

“Um ato de amor ao próximo, carinho e muita felicidade”, disse Claudinha.

Claudinha tem ataxia hereditária, um transtorno neurológico que afeta uma parte do cérebro e, por isso, não tem controle sobre a coordenação dos movimentos, o que causa dificuldade para andar, falar e engolir.

Com um sorriso no rosto e um novo penteado, Claudinha foi até a Rede Feminina com a pedagoga Isabel Cristina Ranieri e a psicopedagoga Danielle Gomes, ambas da Associação de Capacitação, Orientação e Desenvolvimento do Excepcional (Acorde), que atende pessoas com pessoas com deficiências físicas e intelectuais desde 1988. Atualmente, o local atende 64 alunos e conta com ajuda de doações e voluntários.

Admiração

Foi Isabel quem falou da Rede Feminina para Claudinha. Ela conta que ficou surpresa com o desejo da aluna. "Eu fiquei meio passada. Isso é muito gratificante pra nós, porque a gente não espera ouvir isso deles. Acho que qualquer outro ali não pensaria nisso, talvez jogasse fora", disse. "A pessoa que vai receber uma peruca dessa, você não sabe a condição financeira dela. Ninguém é tão pobre que não possa doar e ninguém é tão rico que não possa receber", completou.

Aa atitude de Claudinha, tocou Danielle, que irá levar o cabelo da sobrinha, que está guardado, até a rede. Ela acredita que a ação pode desencadear uma corrente de solidariedade. "A atitude dela é um exemplo para outros doarem seus cabelos, compartilharem com os amigos e familiares a importância da gente se colocar no lugar do outro", disse.

Desejo

Durante a entrega na rede, Claudinha revelou que esse era um antigo desejo, despertado ao ver uma menina doando o cabelo em um programa de TV.

Em 2007, quando estava com o o cabelo abaixo da cintura, ela já tinha cortado acima do ombro e guardou a mecha sem saber para quem doar.

Somente ao cortar o cabelo novamente, é que ela contou para as professoras o seu desejo de ajudar.

“Eu queria fazer alguém que não tinha cabelo feliz ,de coração. Perguntei onde poderia doar e as professoras me falaram da rede. Na mesma semana revirei minha casa procurando o cabelo que tinha guardado”, contou Claudinha.
Sobre o novo visual, ela diz que gostou bastante e ganhou até uma touca da rede para colocar em cima das “marias chiquinhas”. “Agora eu gostei muito mais, eu posso lavar o cabelo sozinha”, disse.

Doações de cabelo

A Rede Feminina de Combate ao Câncer aceita doações de vários tamanhos de cabelo. O material pode ser levado na sede em São Carlos, que fica na Rua Dr. Serafim Viêira de Almeida, 335, no Jardim Paraíso. O atendimento ocorre de segunda a quinta-feira, das 13h às 17h.

A rede junta o material doado e envia para uma peruqueira em São Paulo, que confecciona perucas e envia de volta para a organização. As pacientes cadastradas podem retirar as perucas gratuitamente. Na última leva recebida, no início deste ano, a rede recebeu 53 perucas.

Fonte: G1 (g1.globo.com)

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Tita Lala Pamela CarolCompetentes, disciplinadas, verdadeiras, humildes. Mas guerreiras. Cada uma com características próprias, com suas especificidades. Conquistam vitórias, mas sofrem derrotas. Todavia, para a professora de Educação Física Josivânia Teixeira, de 28 anos, pessoas normais. Assim são Tita, Pâmela, Carol e Lalá.

Nesta quarta-feira, 21, Dia Internacional da Síndrome de Down, o São Carlos Agora foi até a ACORDE (Associação de Capacitação, Orientação e Desenvolvimento do Excepcional) para uma reportagem especial.

Conhecer mais um pouco do importante trabalho da entidade que assiste 63 pessoas com deficiências de ambos os sexos e com as mais variadas idades e bater um papo com quatro jovens com Síndrome de Down. Todas com dons especiais e que são motivos de orgulho para seus familiares.

A ENTREVISTA

Logo na chegada, a reportagem do SCA foi recebida com abraços, gestos de carinhos e beijos de todas. Simpatia e sorrisos somente pela visita. Mas quando tomaram conhecimento que seriam as atrizes principais da matéria, reações diferentes. Felicidade, timidez, vergonha, mas dispostas.

Cadeiras puxadas, Josivânia do lado direito. Lalá, no esquerdo. Carol, Tita e Pâmela à frente.

Inicialmente, nome completo, idade e quais os dons. Ana Caiari Ferreira Domingues, 27 anos, Tita, foi a primeira: trabalha como assistente na Câmara Municipal de São Carlos; Depois, Pâmela Ferreira Chaves, 23 anos, adora desafios diferentes e sempre pronta para divertimentos; Carol Fernanda Peixe, 38 anos, é poetisa e adora música. Mas gosta mesmo é de tocar instrumentos musicais, como teclado, pandeiro, gaita, flauta e violão. Já Graziele Claudino Pereira, 23 anos, Lalá, é karateca e tem aulas na Associação Wada com o professor Adriano Wada.

Durante o bate papo com o esperto quarteto, muitas curiosidades. Carol diz ser fã de Dudu Nobre e não é simpatizante de funk. “Minha preferência é música sertaneja mesmo. Gosto de cantar”.

Já a irrequieta Lalá é karateca e como diz, “com muito orgulho”. “Já disputei bastante campeonatos e ganhei muitas medalhas”, afirmou com um sorriso no rosto.

Tita é a mais quieta, mas sempre sorridente. Há dois anos trabalha na Câmara Municipal, onde é assistente. “Lá conheço mais pessoas e faço amizades”, diz.

SOCIALIZAÇÃO, INCLUSÃO, APRENDIZADO

Josivânia ficou ao lado de Tita, Carol, Lalá e Pâmela durante a entrevista e ajudou a contar as aventuras diárias de suas alunas. “Na Acorde elas não só aprendem. Ensinam também. Mas nossa preocupação é que exista a socialização, a inclusão social, aprendizado e a sensibilização da comunidade quanto as pessoas com deficiências”.

“A Acorde faz tudo o que está ao alcance, com aulas de segunda-feira a sexta-feira. Procuramos dar amor, carinho e um respeito mútuo. Trabalhamos a habilidade de cada um, através da AVD (Atividade de Vida Diária). Passamos ensinamentos sobre higiene pessoal, trabalhos domésticos, além da reabilitação através da Fisioterapia e atividades de condicionamento com professores de Educação Física. A meta é fazer com nenhum assistido tenha vida sedentária”, comentou Josivânia.

Segundo ela, todos os assistidos tem ainda café da manhã, almoço e lanche da tarde e toda a alimentação é acompanhada por nutricionistas.

“Todos possuem ainda atividades psicológicas, pedagógicas e psicopedagógicas. Há casos que pessoas com deficiências necessitam ainda de fonoaudiólogas e uma educação especial. Procuramos ainda alfabetizar nossos assistidos e fazer com todos aprendam a rotina do dia-a-dia”, comentou.

PESSOAS NORMAIS

Indagada sobre uma definição das quatro entrevistadas pelo São Carlos Agora, Josivânia respondeu de bate-pronto. “São pessoas normais, como nós. Apenas tem suas especificidades, características próprias. Mas são disciplinadas, guerreiras”, garantiu. “Quando elas se propõe a fazer algo, cumprem. Se esforçam até aprender”, garantiu. “São geniosas, características próprias”, emendou.

SEGUNDO LAR

No final da reportagem, foi a vez do SCA pedir para que elas definissem qual o significado da Acorde em suas vidas. Rapidamente Carol pediu a palavra e foi a porta-voz.

“É nosso segundo lar. Aqui temos amor e muito carinho. Fazemos exercícios e somos livres para cantar, brincar. Temos espaço e nos sentimos bem. Amamos nossas professoras. Aqui somos muito felizes”, finalizou.

O QUE É SÍNDROME DE DOWN?

A síndrome de Down é uma alteração genética produzida pela presença de um cromossomo a mais no par 21. Esta modificação genética afeta o desenvolvimento do indivíduo, determinando algumas características físicas e cognitivas. As pessoas com esta alteração devem praticar atividade física para seu bem-estar físico e emocional.

A maioria das pessoas com esta síndrome tem a trissomia 21 simples. Isso significa que um cromossomos extra está presente em todas as células do organismo, devido a um erro na separação dos cromossomos 21 em uma das células dos pais. (Fonte: Fundação Síndrome de Down)

DIREITOS

As pessoas com Síndrome de Down têm o direito de participar plena na sociedade como qualquer um. Portanto, as crianças poderão estudar na rede regular de ensino.

Dia 21 de marco entrou para o calendário de comemorações da ONU.

Estatística: 1 em cada 700 nascimentos (Fonte: Organização National Down Syndrome Society (NDSS)

VIDA INTEGRADA

80 % estudam, sendo 1 em cada 2 em escola comum

95% estudam música

58% praticam esportes

18%usam computador

10% trabalham

8 em cada 10, tem autonomia para realizar atividades corriqueiras do dia a dia.

PONTOS FORTES CARACTERÍSTICOS

Interação social:

A maior parte das crianças com síndrome de Down gosta e aprende na interação social com família e amigos.

Aprendizado visual:

As crianças com síndrome de Down costumam aprender mais facilmente por observação.

Gestos e mímica:

As crianças com trissomia 21 são, muitas vezes, particularmente talentosas com o uso das mãos, rostos e corpo para se comunicarem.

Elas costumam gostar de teatro, dança e movimento quando ficam mais velhas.

Habilidade de leitura:

A leitura é, normalmente, um ponto forte, possivelmente porque é aprendida com ajuda visual. Por conta disso, a leitura é algo que pode ajudar essas crianças no desenvolvimento da linguagem. (Fonte: Down Syndrome UK)

Fonte: Site São Carlos Agora (www.saocarlosagora.com.br)

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